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Uma vez que estes produtos têm um impacto direto na saúde e segurança do consumidor, foi decidido que era necessária mais transparência na maneira como esses produtos são produzidos. Para satisfazer estes consumidores a IFS, juntamente com os principais retalhistas dos mercados alemão, francês e italiano, criaram a IFS – HPC. O IFS HPC Standard (Household & Personal Care) tem vindo a reduzir os riscos na produção, processamento e embalagem de produtos domésticos e de cuidados pessoais desde 2009. O objetivo da norma é alcançar cada vez mais segurança e qualidade de produtos confiáveis para os consumidores finais. Em Dezembro de 2022, foi publicada a terceira versão da norma. Com a certificação IFS HPC, as empresas beneficiam da conformidade consistente com os regulamentos de saúde aplicáveis, bem como com as especificações de segurança do produto. Ao mesmo tempo, a implementação da norma permite um menor consumo de recursos.A norma é reconhecida mundialmente.   A Norma IFS – HPC é uma norma para a segurança e qualidade de produtos, pensada para empresas que fabricam produtos de cuidados pessoais, assim como para os fabricantes de produtos químicos, dos quais de destacam os seguintes grupos: Cosméticos (ex.: gel de banho, champôs, cremes, desodorizantes, etc…); Produtos Químicos domésticos (ex.: detergentes, amaciadores, limpa vidros, inseticidas, aromatizadores, etc…); Produtos Domésticos de uso diário (ex.: luvas domésticas, guardanapos, sacos para o lixo, vassouras, folha de alumínio, etc…); Produtos de higiene pessoal (ex.: escova de dentes, pinças, esponjas de banho, papel higiénico, etc…); A raiz desta norma consiste na gestão de risco, que permite às empresas demonstrar que os produtos não representam qualquer risco para a saúde e/ou segurança dos consumidores. A formação IFS HPC v3 tem como objectivo abordar a estrutura da norma IFS HPC Standard v3, assim como os principais requisitos da norma e ferramentas para implementação da mesma.   Conteúdos -Introdução à Norma IFS HPC -Requisitos    Formadora: Joana Patita Read more

Na maioria das indústrias alimentares, existem áreas onde agentes patogênicos e outros microrganismos podem proliferar e ser transferidos, direta ou indiretamente, para o produto. Os programas de monitorização ambiental, incluindo o controlo de superfícies, ar (tanto ambiente quanto comprimido) e água, são essenciais. A implementação de um programa de controlo e monitorização ambiental é um instrumento importante para controlar as condições de higiene na produção alimentar. Este passo é muitas vezes subestimado, uma vez que, diversas retiradas de produtos do mercado (recall) são atribuídas ao ambiente de produção. Um programa bem definido e implementado representa a primeira linha de defesa contra falhas na segurança do produto.  Conteúdos: Introdução  Requisitos específicos nas principais normas de segurança alimentar: IFS, BRCGS e FSSC22000. Medidas de controlo Estudo de casos práticos Formador: Rodrigo Santos Neto   Read more

No dia 22 de Novembro de 2011 foi publicado o Regulamento (UE) n.º 1169/2011 relativo à prestação de informação aos consumidores sobre géneros alimentícios, após vários anos de preparação. Este Regulamento altera os Regulamentos (CE) n.º 1924/2006 e Regulamento (CE) n.º 1925/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho e revoga as Diretivas 87/250/CEE da Comissão, 90/496/CEE do Conselho, 1999/10/CE da Comissão, 2000/13/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, 2002/67/ CE e 2008/5/CE da Comissão e o Regulamento (CE) n.º 608/2004 da Comissão. A principal alteração introduzida pelo novo regulamento foi relativa à informação nutricional, que passou a ser obrigatória na maior parte dos géneros alimentícios e consta de um único grupo. O Regulamento também estabelece outras alterações relativamente à rotulagem de géneros alimentícios, principalmente: a designação da lista de ingredientes; disposição dos textos; tipografia e tamanhos da letra da rotulagem; indicação dos alergénios; outras menções obrigatórias adicionais. O conteúdo do Regulamento, que entrou em vigor no dia 12 de Dezembro de 2011, teve um prazo de transição de três anos para a rotulagem e terá um prazo máximo de cinco anos para a informação nutricional. Embora estes períodos de transição possam parecer longos, dada a quantidade de alterações, é importante que os profissionais do setor estejam conscientes das mudanças da nova regulamentação, com o objetivo de poderem adaptar gradualmente os textos das embalagens dos géneros alimentícios comercializados. Conteúdos: Legislação:  Regulamentos, Diretivas, Decretos-Lei, etc...   Legislação horizontal e vertical. Rotulagem dos géneros alimentícios: Requisitos mínimos obrigatórios.  Alterações incorporados pelo Regulamento (UE) n.º 1169/2011. Alergénios.  OGM.  Outras menções obrigatórias. Rotulagem nutricional:  Informação nutricional obrigatória.  Informação nutricional voluntária.  Repetição da informação nutricional no campo visual principal.  Expressão da informação nutricional: % das Doses de Referência.  Tolerâncias dos valores nutricionais. Alegações nutricionais e de saúde: Situação atual: alegações autorizadas e não autorizadas.  Tipos de alegações. Condições para a inclusão de alegações nos rótulos. Registo comunitário. Casos práticos.   Formadoras: Carla Barros   Vânia Silva Read more

A validação de processos em produtos de baixa atividade de água é um desafio na indústria alimentar. Apesar da baixa disponibilidade de água livre limitar o crescimento microbiano, certos microrganismos e esporos podem persistir, exigindo medidas específicas para garantir a segurança do produto. Os "kill steps" referem-se a etapas críticas que asseguram a redução ou eliminação de patógenos a níveis seguros, protegendo a saúde do consumidor e a integridade do produto. Nesta formação, iremos explorar os princípios fundamentais da validação de processos, as metodologias aplicáveis e a importância de parâmetros como tempo, temperatura e outras condições operacionais. Através desta abordagem, garantimos uma compreensão sólida para implementar e validar kill steps eficazes, alinhados com as melhores práticas e requisitos regulamentares da indústria alimentar.   Conteúdos: - Desenvolvimento e sobrevivência da Salmonella e outros microrganismos em produtos de baixa atividade da água - Destruição de microrganismos  por ação do calor, em alimentos de baixa atividade da água - Validação de processo    Definição    Estrutura da validação    Ações após a validação    Verificação    Extrapolação da validação    Check list (validação de processo) - Guia Almond Board Califórnia   Formadora: Anna Torrent   NOTA: Formação em Espanhol Read more

Devido à publicação de decreto de lei Decreto-Lei n.º 147/2006, de 31 de julho de 2006, foi considerado necessário disponibilizar ações de formação no âmbito de Higiene e Segurança Alimentar no sector das carnes. Esta ação de formação tem como objetivos dotar os participantes de conhecimentos necessários sobre Higiene e Segurança Alimentar e permitir a obtenção do cartão de manipulador de carnes e seus produtos, emitido pela FNAAC de acordo com o Decreto-Lei nº 147/2006, de 31 de julho e suas alterações. Conteúdos: - Higiene das Carnes;  Aquisição de conhecimentos sobre os perigos e medidas preventivas para o seu controlo. - Microbiologia da Higiene Alimentar;  Doenças de origem alimentar e responsabilidade dos manipuladores; Microbiologia alimentar. - Higiene dos Manipuladores;  Conhecimentos de higiene pessoal e sua importância na manipulação das carnes e dos estados de saúde. - Higiene das Instalações, Equipamentos e Utensílios;  Noções de higiene, limpeza e desinfeção dos locais, equipamentos, utensílios, expositores, etc. - Acondicionamento, Embalagem de Carnes e os seus Produtos; Acondicionamento e embalagem de carnes, embalagem do dia, pré-embalados, lote e prazo de validade, rastreabilidade. - Condições Higiénicas a observarem na Venda e Distribuição de Carnes e os seus Produtos;  Conhecer práticas corretas de higiene durante a receção, armazenamento, preparação, transformação, exposição e transporte das carnes e seus produtos; Controlo de temperaturas. - Segurança Alimentar / HACCP no Sector das Carnes e os seus Produtos;  Responsabilidade do operador e estabelecimento do HACCP. - Legislação e Licenciamento dos Estabelecimentos Retalhistas.              Formadora:           Sara Moreira Read more

Devido à publicação de decreto de lei Decreto-Lei n.º 147/2006, de 31 de julho de 2006, foi considerado necessário disponibilizar ações de formação no âmbito de Higiene e Segurança Alimentar no sector das carnes. Esta ação de formação tem como objetivos dotar os participantes de conhecimentos necessários sobre Higiene e Segurança Alimentar e permitir a obtenção do cartão de manipulador de carnes e seus produtos, emitido pela FNAAC de acordo com o Decreto-Lei nº 147/2006, de 31 de julho.   Conteúdos:  - Higiene das Carnes;  Aquisição de conhecimentos sobre os perigos e medidas preventivas para o seu controlo.   - Microbiologia da Higiene Alimentar;  Doenças de origem alimentar e responsabilidade dos manipuladores; Microbiologia alimentar.   - Higiene dos Manipuladores;  Conhecimentos de higiene pessoal e sua importância na manipulação das carnes e dos estados de saúde.     - Higiene das Instalações, Equipamentos e Utensílios; Noções de higiene, limpeza e desinfeção dos locais, equipamentos, utensílios, expositores, etc. - Acondicionamento, Embalagem de Carnes e os seus Produtos;  Acondicionamento e embalagem de carnes, embalagem do dia, pré-embalados, lote e prazo de validade.   - Condições Higiénicas a observarem na Venda e Distribuição de Carnes e os seus Produtos;  Conhecer práticas corretas de higiene durante a receção, armazenamento, preparação, transformação, exposição e transporte das carnes e seus produtos; Controlo de temperaturas.   - Segurança Alimentar / HACCP no Sector das Carnes e os seus Produtos;  Responsabilidade do operador e estabelecimento do HACCP.   - Higiene e Segurança no Trabalho.   Formadora:  Sara Moreira Read more

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