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O dicionário define fraude como qualquer "Ato de má fé praticado com o objetivo de enganar ou prejudicar alguém", tem por detrás a ideia de “engano, de astúcia”. Quando se trata de alimentos a intenção é obter “lucro ilegítimo” e um “ganho económico” que poderá comprometer a segurança alimentar. Na indústria alimentar as principais fraudes estão associadas à identificação, uso de denominação não permitida, composição ou peso do produto. Com a globalização, a entrada de produtos de culturas e economias diferentes e com a chegada de novas gerações, que não viveram com as consequências das práticas fraudulentas do passado, estão reunidas, novamente, as condições para o aparecimento de novas e mais elaboradas formas de fraude nos produtos alimentares. A fraude não é anunciada nem declarada. A vigilância para assegurar que não está presente nos alimentos adquiridos é cada vez mais importante e urgente, embora dependendo do tipo de fornecedores com os quais as empresas operam. Quem comete as fraudes está a aperfeiçoar as suas práticas ao longo do tempo sendo necessário, por essa razão, que os planos para a sua deteção sejam constantemente atualizados. O setor alimentar tem-se adaptado bem às exigências legais e também às exigências do próprio consumidor, que se tem revelado ao longo dos anos cada vez mais consciente do que consome e do impacto que o tipo de alimentação tem na sua saúde. Conteúdos:  Introdução   Requisitos específicos do Food Fraud nas principais normas de segurança alimentar: IFS, BRCGS e FSSC22000.  Metodologias para análise de risco e medidas de controlo Formadora: Joana Patita Read more

"O dicionário define fraude como qualquer "Ato de má fé praticado com o objetivo de enganar ou prejudicar alguém", tem por detrás a ideia de “engano, de astúcia”. Quando se trata de alimentos a intenção é obter “lucro ilegítimo” e um “ganho económico” que poderá comprometer a segurança alimentar. Na indústria alimentar as principais fraudes estão associadas à identificação, uso de denominação não permitida, composição ou peso do produto. Com a globalização, a entrada de produtos de culturas e economias diferentes e com a chegada de novas gerações, que não viveram com as consequências das práticas fraudulentas do passado, estão reunidas, novamente, as condições para o aparecimento de novas e mais elaboradas formas de fraude nos produtos alimentares. A fraude não é anunciada nem declarada. A vigilância para assegurar que não está presente nos alimentos adquiridos é cada vez mais importante e urgente, embora dependendo do tipo de fornecedores com os quais as empresas operam. Quem comete as fraudes está a aperfeiçoar as suas práticas ao longo do tempo sendo necessário, por essa razão, que os planos para a sua deteção sejam constantemente atualizados. O setor alimentar tem-se adaptado bem às exigências legais e também às exigências do próprio consumidor, que se tem revelado ao longo dos anos cada vez mais consciente do que consome e do impacto que o tipo de alimentação tem na sua saúde. Conteúdos:  Introdução   Requisitos específicos do Food Fraud nas principais normas de segurança alimentar: IFS, BRCGS e FSSC22000.  Metodologias para análise de risco e medidas de controlo Formadora: Joana Patita Read more

A segurança alimentar continua a ser uma das grandes preocupações das empresas do setor agroalimentar. A legislação relativa à rotulagem dos géneros alimentícios exige que os alergénios sejam destacados na lista de ingredientes e o controlo da contaminação cruzada com alergénios é uma exigência na maioria das normas de segurança alimentar, nomeadamente ISO 22000, FSSC 22000, IFS e BRCGS.   Conteúdos: Aspetos relacionados com a saúde pública: Alergias alimentares e prevalência, Definições e tipo de reações e sintomas. Exigências regulamentares. Exigências dos referenciais. Processo, rastreabilidade e ferramentas para a gestão do risco de alergénios. Implementação/revisão do sistema HACCP: risco químico.  Ferramentas analíticas: técnicas analíticas disponíveis. Boas práticas de produção.   Formador: Rodrigo Santos Neto Read more

A segurança alimentar continua a ser uma das grandes preocupações das empresas do setor agroalimentar. A legislação relativa à rotulagem dos géneros alimentícios exige que os alergénios sejam destacados na lista de ingredientes e o controlo da contaminação cruzada com alergénios é uma exigência na maioria das normas de segurança alimentar, nomeadamente ISO 22000, FSSC 22000, IFS e BRCGS.   Conteúdos: Aspetos relacionados com a saúde pública: Alergias alimentares e prevalência, Definições e tipo de reações e sintomas. Exigências regulamentares. Exigências dos referenciais. Processo, rastreabilidade e ferramentas para a gestão do risco de alergénios. Implementação/revisão do sistema HACCP: risco químico.  Ferramentas analíticas: técnicas analíticas disponíveis. Boas práticas de produção.   Formador: Rodrigo Santos Neto Read more

O sistema de Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos (HACCP) tem, na sua base, uma metodologia preventiva com o objetivo de poder evitar potenciais riscos que possam causar danos aos consumidores, através da eliminação ou redução de perigos. Desta forma é possível garantir que não estejam colocados, à disposição do consumidor, alimentos não seguros. Ao longo dos últimos anos a metodologia para implementação e manutenção de um Sistema HACCP evoluiu significativamente, quer seja pelo aumento do nível de conhecimento, quer seja pela exigência das autoridades, clientes e sistemas de certificação, com especial ênfase nas normas IFS, BRCGS e FSSC 22000. Este curso tem como principal objetivo partilhar o conhecimento do formador para melhorar o Sistema HACCP implementado nas empresas certificadas. Conteúdos: Módulo 1: Introdução (introdução; enquadramento legal). Módulo 2: Sistema HACCP (definições; programas de pré-requisitos; metodologia para a implementação do sistema HACCP). Módulo 3: Casos práticos. Formadora: Joana Patita Read more

O sistema de Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos (HACCP) tem, na sua base, uma metodologia preventiva com o objetivo de poder evitar potenciais riscos que possam causar danos aos consumidores, através da eliminação ou redução de perigos. Desta forma é possível garantir que não estejam colocados, à disposição do consumidor, alimentos não seguros. Ao longo dos últimos anos a metodologia para implementação e manutenção de um Sistema HACCP evoluiu significativamente, quer seja pelo aumento do nível de conhecimento, quer seja pela exigência das autoridades, clientes e sistemas de certificação, com especial ênfase nas normas IFS, BRCGS e FSSC 22000. Este curso tem como principal objetivo partilhar o conhecimento do formador para melhorar o Sistema HACCP implementado nas empresas certificadas. Conteúdos: Módulo 1: Introdução (introdução; enquadramento legal). Módulo 2: Sistema HACCP (definições; programas de pré-requisitos; metodologia para a implementação do sistema HACCP). Módulo 3: Casos práticos. Formadora: Joana Patita Read more

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