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Formação online: FSSC 22000 - Requisitos - 8 Set
Começa:08/09/2025 @ 10:00 AM LisbonTermina:08/09/2025 @ 05:00 PM Lisbon -
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Formação online: Food Defense - 16 Set
Começa:16/09/2025 @ 10:00 AM LisbonTermina:16/09/2025 @ 12:00 PM Lisbon
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A estatística é uma ciência baseada na matemática, que consiste na recolha e interpretação de dados. Tem por objetivo explicar condições habituais em fenómenos do tipo aleatório. Com a estatística podemos: Compilar dados. Ordenar dados. Analisar dados. Interpretar dados. Os resultados de uma prova sensorial dependem dos provadores utilizados (provadores peritos ou consumidores), das condições e dos pressupostos em que se realizam as provas. Apenas através de um adequado design se pode obter resultados objetivos e fiáveis. Conteúdos: Estatística: Definições e conceitos básicos. Extrapolação dos resultados de um teste a um conjunto de consumidores: estatística descritiva e inferencial. Interpretação estatística: casos práticos. Formadora: Olga Ramos Ler mais
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Os materiais em contacto com alimentos, como embalagens e utensílios, podem transferir compostos que afetam o odor, o sabor e a qualidade sensorial dos produtos alimentares. Este fenómeno, conhecido como migração organolética, pode comprometer a integridade dos alimentos e impactar negativamente a experiência do consumidor. Compreender e controlar estas migrações é essencial para garantir que os alimentos preservem as suas características originais, cumpram as normas de segurança e ofereçam a melhor experiência sensorial. Este webinar explora o tema das migrações organoléticas e apresenta ferramentas para assegurar a máxima qualidade sensorial dos produtos alimentares. Contéudos: INTRODUÇÃO À ANÁLISE SENSORIAL - Definição e aplicações de Análise Sensorial - Aplicações de Análise Sensorial ao estudo das migrações organoléticas ESTUDO DAS MIGRAÇÕES ORGANOLÉTICAS - Base legal e normativa - Introdução - Aplicação e método - Fases de transferência e incubação + controlo sensorial - Provadores - Caso prático Formadora: Margarida Marques Ler mais

O termo “vida útil de um alimento” é utilizado para designar o período de tempo no qual este conserva as suas características de qualidade e as respetivas garantias de segurança alimentar. O período de vida útil de um alimento termina no momento em que, em consequência do passar do tempo, a degradação ou a evolução dos atributos de qualidade alteram as características que o definem. A Mérieux NutriSciences convida-o a participar neste webinar que visa explicar os fundamentos da vida útil dos produtos alimentares Conteúdos: Introdução Principais processos físico-químicos de degradação dos alimentos Tipo de estudos Caso prático Formadora: Patrícia Macedo Ler mais

Este documento foi preparado para fornecer orientações às autoridades de controlo e aos operadores de empresas do setor alimentar dos Estados-Membros sobre as tolerâncias aplicáveis à rotulagem nutricional. As tolerâncias referem-se às diferenças aceitáveis entre os valores de nutrientes declarados num rótulo e aqueles determinados durante os controlos oficiais, conforme estipulado em diversos regulamentos da União Europeia. As orientações abrangem a declaração nutricional conforme descrita no Regulamento (UE) n.º 1169/2011 e a rotulagem de suplementos alimentares conforme determinado na Diretiva 2002/46/CE. São igualmente aplicáveis à rotulagem nutricional de acordo com os Regulamentos (CE) n.° 1925/2006 e (CE) n.º 1924/2006, que tratam da adição de substâncias aos alimentos e das alegações nutricionais e de saúde, respetivamente. Os níveis de nutrientes e de outras substâncias são medidos pelas autoridades de controlo dos Estados-Membros para garantir a conformidade com os níveis especificados nas condições de uso das alegações nutricionais e de saúde. É importante ressalvar que estas orientações não se aplicam às tolerâncias próximas do valor declarado para alimentos regulados por legislação específica, como os alimentos destinados a uma alimentação especial, conforme definido na Diretiva 2009/39/CE (agora Regulamento (UE) n. ° 609/2013, dado que este revogou a Diretiva 2009/39/CE), como as fórmulas para lactentes e fórmulas de transição; alimentos transformados à base de cereais e alimentos para bebés; alimentos para fins medicinais específicos e substitutos integrais da dieta para controlo do peso. Conteúdos: Objetivos Definições Exemplos de aplicação Formadora: Carla Barros Ler mais

A Recomendação (UE) 2017/84 da Comissão, de 16 de janeiro de 2017, relativa à monitorização de hidrocarbonetos de óleos minerais nos alimentos e em materiais e objetos destinados a entrar em contacto com os alimentos, refere que os Estados-Membros devem monitorizar a presença dos hidrocarbonetos de óleos minerais (MOH) a partir de 2017. Os MOH compreendem um grupo diverso de misturas de hidrocarbonetos contendo milhares de compostos químicos de diferentes estruturas e tamanhos, derivados principalmente do petróleo bruto mas, também, produzidos sinteticamente a partir do carvão, gás natural e biomassa. Estas misturas altamente complexas têm uma grande variedade de usos industriais e domésticos. Relativamente aos produtos alimentares, são considerados contaminantes classificados como potencialmente prejudiciais para a saúde humana. Conteúdos: • Introdução ao tema. • Definição de hidrocarbonetos de óleos minerais: MOSH & MOAH. • Principais fontes de contaminação. • Retrospetiva 2015-2017. • Referenciais. • Porquê controlar estes contaminantes? • Medidas de controlo. • Ferramentas analíticas, técnicas disponíveis para determinação de MOSH & MOAH. • Ferramentas analíticas, técnicas disponíveis para avaliar se se trata de um falso positivo. Formador: Isidro Silva Ler mais

Materiais de Contacto com Alimentos (MCA) são todos os materiais que entram em contacto com alimentos ou que possam vir a fazê-lo, como embalagens, utensílios de cozinha e de mesa, e materiais usados na fabrico, preparação, armazenamento e distribuição de alimentos. Estes materiais podem afetar a segurança e qualidade alimentar em toda a cadeia de abastecimento. Os MCA incluem uma grande variedade de materiais, como plástico, papel, vidro e metal, além de adesivos, tintas e revestimentos usados no acabamento dos produtos finais. A cadeia de valor dos MCA envolve os fabricantes de matérias-primas, produtores de MCA intermediários e finais, e também importadores e distribuidores. O Regulamento (CE) nº 1935/2004 estabelece as normas gerais para os MCA, com o objetivo de garantir a segurança alimentar e proteger a saúde humana, promovendo a livre circulação destes materiais no mercado interno da União Europeia. Enquanto alguns materiais já são abrangidos por medidas específicas em toda a União Europeia, outros permanecem com regras nacionais e dependem do reconhecimento mútuo, levantando a preocupações e inconsistências que podem afetar a segurança e o trocas comerciais. Para estes setores, existem orientações que podem ser aplicadas e relacionando à sua avaliação e gestão de risco, controlos e auto regulação na cadeia de valor, visando garantir a segurança e a conformidade dos MCA. Conteúdos: Legislação Geral sobre Materiais em Contacto com Alimentos (MCA) Legislação Nacional e Referenciais para Materiais Sem Legislação Específica Materiais como papel, vidro, metal, madeira, silicone e cortiça: Regulação nacional e orientações específicas de países como Itália, França e Alemanha, devido à ausência de regulamentação europeia uniforme. Declaração de Conformidade (DC) Explicação sobre a importância da DC, que garante que os materiais cumprem com os requisitos de segurança alimentar e as normas de fabricação adequadas. Contaminantes Emergentes MOSH & MOAH: Hidrocarbonetos minerais e seus impactos na segurança alimentar. Ftalatos, Bisfenol A, PFA’s: Substâncias químicas preocupantes e suas implicações para a saúde humana. NIAS (Non-Intentionally Added Substances): Substâncias não adicionadas intencionalmente e seus riscos potenciais. Formador: Isidro Silva Ler mais
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