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A Sequenciação de Nova Geração (NGS) oferece uma plataforma robusta para a identificação de espécies, com várias técnicas adaptadas a diferentes contextos e objetivos de pesquisa. Desde a análise de comunidades microbianas em ambientes diversos até à identificação precisa de organismos individuais, as técnicas de NGS proporcionam uma profundidade de informação que está a transformar a nossa compreensão da biodiversidade e da ecologia. Este webinar tem por objetivo dar-lhe a conhecer as principais técnicas de identificação de espécies, existentes. Formadora: Olga Ramos Ler mais

Tornou-se uma grande preocupação para as organizações, nos últimos anos, enfrentar os novos desafios da produção e distribuição alimentar no contexto atual de alterações climáticas, recursos naturais escassos, grandes desigualdades no acesso a alimentos e água em todo o mundo e ecossistemas poluídos. A sua empresa tem múltiplas formas de ter um impacto positivo na sua comunidade e ajudar a construir negócios e sistemas mais sustentáveis. Na Mérieux NutriSciences estamos convencidos de que através destes novos desafios podemos, em conjunto consigo, criar valor para a sua organização e para as partes interessadas (consumidores, clientes, fornecedores, acionistas, funcionários). Neste webinar, pretendemos partilhar com os participantes os requisitos da norma IFS ESG Check.   Conteúdos: Introdução Conteúdos da norma IFS ESG Check Casos práticos   Formador: Rodrigo Santos Neto Ler mais

Materiais de Contacto com Alimentos (MCA) são todos os materiais que entram em contacto com alimentos ou que possam vir a fazê-lo, como embalagens, utensílios de cozinha e de mesa, e materiais usados na fabrico, preparação, armazenamento e distribuição de alimentos. Estes materiais podem afetar a segurança e qualidade alimentar em toda a cadeia de abastecimento. Os MCA incluem uma grande variedade de materiais, como plástico, papel, vidro e metal, além de adesivos, tintas e revestimentos usados no acabamento dos produtos finais. A cadeia de valor dos MCA envolve os fabricantes de matérias-primas, produtores de MCA intermediários e finais, e também importadores e distribuidores. O Regulamento (CE) nº 1935/2004 estabelece as normas gerais para os MCA, com o objetivo de garantir a segurança alimentar e proteger a saúde humana, promovendo a livre circulação destes materiais no mercado interno da União Europeia.  Enquanto alguns materiais já são abrangidos por medidas específicas em toda a União Europeia, outros permanecem com regras nacionais e dependem do reconhecimento mútuo, levantando a preocupações e inconsistências que podem afetar a segurança e o trocas comerciais. Para estes setores, existem orientações que podem ser aplicadas e relacionando à sua avaliação e gestão de risco, controlos e auto regulação na cadeia de valor, visando garantir a segurança e a conformidade dos MCA.   Conteúdos: Legislação Geral sobre Materiais em Contacto com Alimentos (MCA) Legislação Nacional e Referenciais para Materiais Sem Legislação Específica Materiais como papel, vidro, metal, madeira, silicone e cortiça: Regulação nacional e orientações específicas de países como Itália, França e Alemanha, devido à ausência de regulamentação europeia uniforme. Declaração de Conformidade (DC) Explicação sobre a importância da DC, que garante que os materiais cumprem com os requisitos de segurança alimentar e as normas de fabricação adequadas. Contaminantes Emergentes MOSH & MOAH: Hidrocarbonetos minerais e seus impactos na segurança alimentar. Ftalatos, Bisfenol A, PFA’s: Substâncias químicas preocupantes e suas implicações para a saúde humana. NIAS (Non-Intentionally Added Substances): Substâncias não adicionadas intencionalmente e seus riscos potenciais.   Formador: Isidro Silva Ler mais

Materiais de Contacto com Alimentos (MCA) são todos os materiais que entram em contacto com alimentos ou que possam vir a fazê-lo, como embalagens, utensílios de cozinha e de mesa, e materiais usados na fabrico, preparação, armazenamento e distribuição de alimentos. Estes materiais podem afetar a segurança e qualidade alimentar em toda a cadeia de abastecimento. Os MCA incluem uma grande variedade de materiais, como plástico, papel, vidro e metal, além de adesivos, tintas e revestimentos usados no acabamento dos produtos finais. A cadeia de valor dos MCA envolve os fabricantes de matérias-primas, produtores de MCA intermediários e finais, e também importadores e distribuidores. O Regulamento (CE) nº 1935/2004 estabelece as normas gerais para os MCA, com o objetivo de garantir a segurança alimentar e proteger a saúde humana, promovendo a livre circulação destes materiais no mercado interno da União Europeia.  Enquanto alguns materiais já são abrangidos por medidas específicas em toda a União Europeia, outros permanecem com regras nacionais e dependem do reconhecimento mútuo, levantando a preocupações e inconsistências que podem afetar a segurança e o trocas comerciais. Para estes setores, existem orientações que podem ser aplicadas e relacionando à sua avaliação e gestão de risco, controlos e auto regulação na cadeia de valor, visando garantir a segurança e a conformidade dos MCA.   Conteúdos: Legislação Geral sobre Materiais em Contacto com Alimentos (MCA) Legislação Nacional e Referenciais para Materiais Sem Legislação Específica Materiais como papel, vidro, metal, madeira, silicone e cortiça: Regulação nacional e orientações específicas de países como Itália, França e Alemanha, devido à ausência de regulamentação europeia uniforme. Declaração de Conformidade (DC) Explicação sobre a importância da DC, que garante que os materiais cumprem com os requisitos de segurança alimentar e as normas de fabricação adequadas. Contaminantes Emergentes MOSH & MOAH: Hidrocarbonetos minerais e seus impactos na segurança alimentar. Ftalatos, Bisfenol A, PFA’s: Substâncias químicas preocupantes e suas implicações para a saúde humana. NIAS (Non-Intentionally Added Substances): Substâncias não adicionadas intencionalmente e seus riscos potenciais.   Formador: Isidro Silva Ler mais

A transição do plástico para alternativas mais sustentáveis, como o papel e o cartão, tem vindo a ganhar destaque devido à preocupação com os impactos ambientais. Contudo, a gestão da segurança alimentar em materiais à base de papel e cartão exige uma abordagem cuidadosa, uma vez que a regulamentação europeia atual não cobre completamente estas alternativas. O Regulamento (CE) n.º 1935/2004 assegura que os materiais de embalagem não libertem substâncias prejudiciais, mas não há uma regulamentação específica para o papel e o cartão. Na falta de normas europeias uniformes, recorre-se a regulamentos nacionais e guias da indústria do papel. Além disso, é crucial avaliar o impacto de materiais reciclados e garantir boas práticas na escolha de matérias-primas. Neste webinar, exploraremos as soluções atuais para garantir a segurança alimentar no uso de papel e cartão.   Conteúdos:  Enquadramento Legal  Regulamento Europeu 1935/2004 e 2023/2006  Legislação e Guias de referência aplicável sector do papel Segurança Alimentar em Materiais de Embalagem de Papel  Importância da segurança alimentar na embalagem de produtos alimentares.   Tipos de substâncias e riscos associados ao papel em contacto com alimentos. Ensaios Adicionais para Garantir a Segurança Alimentar Set-off (Tintas de Impressão): Testes e avaliação da migração de substâncias provenientes de tintas e revestimentos: Rolo ou empilhamento. Análise Sensorial: A importância de verificar se o material de embalagem, como papel ou cartão, influencia características sensoriais dos alimentos, como sabor, odor e cor. Controlo Ambiental Contaminantes emergentes em materiais de contacto alimentar MOSH & MOAH: Desafios e soluções. Bisfenóis, ftalatos, PFA’s e outros contaminantes: Impacto e formas de avaliação. NIAS (substâncias não intencionalmente adicionadas)   Formador: Isidro Silva Ler mais

A gestão da segurança alimentar nos materiais de embalagem destinados a géneros alimentícios deve ser avaliada através de duas perspetivas. Por um lado a embalagem deve ser capaz de manter as caraterísticas físicas, químicas, microbiológicas e organoléticas dos produtos durante a sua vida útil; por outro lado, o material de embalagem deve ser suficientemente inerte para evitar que substâncias nocivas sejam transferidas para os alimentos em quantidades que possam representar um perigo para a saúde humana, provocar alterações inaceitáveis da composição dos alimentos ou provocar uma deterioração das caraterísticas organoléticas do produto. Os objetos de papel e cartão destinados ao contacto com alimentos são geralmente regulados pelo Regulamento (CE) n.º 1935/2004. Existem, também, disposições nacionais de alguns países como Itália e França, e outro tipo de recomendação como na Alemanha (BfR) e guias CEPI e CITPA. Conteúdos: Verificação da conformidade dos materiais de embalagem em contacto com géneros alimentícios: Enquadramento Legal. Legislação e guias de referência aplicáveis ao setor do papel. Contaminantes Emergentes (MOSH & MOAH, PFA’s, DIPN, ftalatos, metais pesados, etc.).   Formador: Isidro Silva Ler mais

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