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As auditorias internas constituem uma das ferramentas mais poderosas para a melhoria contínua das organizações. Para garantir a sua eficácia estas devem ser efetuadas por profissionais qualificados e com conhecimentos em Sistemas de Gestão e no(s) requisito(s) da(s) norma(s) a auditar. A norma ISO 9001 é o referencial mais utilizado para a implementação de sistemas de gestão. Contudo, nos últimos anos, têm sido publicadas e usadas normas mais específicas em cada setor, nomeadamente as normas IFS, BRCGS, FSSC 22000 e ISO 22000 no setor alimentar e ISO 14001 na área do ambiente.   Conteúdos: Módulo 1: Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar Introdução.  Requisitos das normas de segurança alimentar ISO 22000, FSSC 22000, IFS Food e BRCGS.  Estudo de casos. Módulo 2: Sistemas de gestão ambiental (ISO 14001)  Introdução.  Requisitos da norma. Estudo de casos. Módulo 3: Linhas de orientação para auditorias (ISO 19011)  Introdução.  Programação de auditorias. Preparação de auditorias. Realização de auditorias.  Perfil do auditor. Relatório de auditoria. Auditoria de seguimento.  Exercício de grupo (simulação de uma auditoria interna).   Formadores: Joana Patita   Ricardo Quintas Ler mais

A destruição térmica de microrganismos é uma técnica essencial para garantir a segurança e a qualidade dos alimentos, sendo amplamente utilizada em processos como pasteurização, esterilização e tratamentos térmicos controlados. Este método visa reduzir ou eliminar microrganismos patogénicos e deteriorantes, prolongando a vida útil dos produtos e protegendo a saúde do consumidor. Nesta formação, vamos explorar os princípios da destruição térmica, os fatores que influenciam a sua eficácia – como temperatura, tempo, composição do alimento e resistência microbiana – e os métodos para monitorização e validação destes processos. O objetivo é capacitar os participantes a otimizar tratamentos térmicos, equilibrando segurança alimentar com preservação de características sensoriais e nutricionais.   Conteúdos: - Princípios de destruição térmica de microrganismos - Variação da termorresistência dos microrganismos em função das características do produto - Valores e D e z dos microrganismos mais representativos - Relação entre z e Q10 - Ferramentas de cálculo - Ponto crítico - Tempo de permanência em tubagem UHT (pasteurização e esterilização)    Pasteurização    Esterilização    Esterilização comercial    Esterilização UHT    Técnicas aplicáveis à esterilização convencional    Tecnologia UHT - Casos práticos    Formador: Josep Mestres     Nota: Formação em espanhol   Ler mais

O termo “vida útil de um alimento” é utilizado para designar o período de tempo no qual este conserva as suas características de qualidade e as respetivas garantias de segurança alimentar. O período de vida útil de um alimento termina no momento em que, em consequência do passar do tempo, a degradação ou a evolução dos atributos de qualidade alteram as caraterísticas que o definem. Os pontos 1) e 2) do artigo 3º do Regulamento (CE) n.º 2073/2005, relativo aos critérios microbiológicos aplicáveis aos géneros alimentícios, fazem alusão aos critérios de segurança aplicáveis durante todo o período de vida útil dos produtos e à realização de estudos que, quando necessário, deverão ser realizados para assegurar as características de qualidade e segurança alimentar. As normas IFS e BRCGS reforçam a importância da validação do período de vida útil do produto, quando fazem referência a estudos de desenvolvimento de novos produtos. Conteúdos:  Principais processos de degradação dos alimentos (físico-químicos, microbiológicos, sensoriais, etc,…).  Tipo de estudos:              -Acelerados.              -Tempo real.              -Estudos de defeitos não homogeneamente distribuídos.              -Challenge test. Vida útil secundária.  Análise Sensorial aplicada ao estudo de vida útil.  Evolução e representatividade dos resultados.  Casos práticos. Formadora: Patrícia Macedo Ler mais

Entende-se por Food Defense a proteção dos géneros alimentícios de contaminação intencional por agentes biológicos, químicos ou físicos. Apesar desta metodologia ter tido origem nos EUA regista-se, nos últimos anos, cada vez mais empresas europeias a implementarem sistemas de Food Defense. Alguns dos principais referenciais de sistemas de gestão da qualidade e da segurança alimentar, tais como IFS e BRCGS, possuem requisitos específicos relativos à proteção dos alimentos de contaminações intencionais. Conteúdos:  Introdução ao Food Defense (Definições; Os alimentos como objetivo; Lei do bioterrorismo; Tipos de agentes; Tipos de contaminantes) Food Defense nas normas de Segurança Alimentar  Medidas Preventivas.  Métodos de avaliação, Food Defense Plan Builder. Formadora: Joana Patita Ler mais

Entende-se por Food Defense a proteção dos géneros alimentícios de contaminação intencional por agentes biológicos, químicos ou físicos. Apesar desta metodologia ter tido origem nos EUA regista-se, nos últimos anos, cada vez mais empresas europeias a implementarem sistemas de Food Defense. Alguns dos principais referenciais de sistemas de gestão da qualidade e da segurança alimentar, tais como IFS e BRCGS, possuem requisitos específicos relativos à proteção dos alimentos de contaminações intencionais. Conteúdos:  Introdução ao Food Defense (Definições; Os alimentos como objetivo; Lei do bioterrorismo; Tipos de agentes; Tipos de contaminantes) Food Defense nas normas de Segurança Alimentar  Medidas Preventivas.  Métodos de avaliação, Food Defense Plan Builder. Formadora: Joana Patita Ler mais

O dicionário define fraude como qualquer "Ato de má fé praticado com o objetivo de enganar ou prejudicar alguém", tem por detrás a ideia de “engano, de astúcia”. Quando se trata de alimentos a intenção é obter “lucro ilegítimo” e um “ganho económico” que poderá comprometer a segurança alimentar. Na indústria alimentar as principais fraudes estão associadas à identificação, uso de denominação não permitida, composição ou peso do produto. Com a globalização, a entrada de produtos de culturas e economias diferentes e com a chegada de novas gerações, que não viveram com as consequências das práticas fraudulentas do passado, estão reunidas, novamente, as condições para o aparecimento de novas e mais elaboradas formas de fraude nos produtos alimentares. A fraude não é anunciada nem declarada. A vigilância para assegurar que não está presente nos alimentos adquiridos é cada vez mais importante e urgente, embora dependendo do tipo de fornecedores com os quais as empresas operam. Quem comete as fraudes está a aperfeiçoar as suas práticas ao longo do tempo sendo necessário, por essa razão, que os planos para a sua deteção sejam constantemente atualizados. O setor alimentar tem-se adaptado bem às exigências legais e também às exigências do próprio consumidor, que se tem revelado ao longo dos anos cada vez mais consciente do que consome e do impacto que o tipo de alimentação tem na sua saúde. Conteúdos:  Introdução   Requisitos específicos do Food Fraud nas principais normas de segurança alimentar: IFS, BRCGS e FSSC22000.  Metodologias para análise de risco e medidas de controlo Formadora: Joana Patita Ler mais

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