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Formação online: Legionella - Controlo e prevenção
Começa:12/05/2026 @ 10:00 AM LisbonTermina:13/05/2026 @ 01:00 PM Lisbon -
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Formação online: Estudos de vida útil - 13 e 14 Mai
Começa:13/05/2026 @ 10:00 AM LisbonTermina:14/05/2026 @ 01:00 PM Lisbon
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O termo “vida útil de um alimento” é utilizado para designar o período de tempo no qual este conserva as suas características de qualidade e as respetivas garantias de segurança alimentar. O período de vida útil de um alimento termina no momento em que, em consequência do passar do tempo, a degradação ou a evolução dos atributos de qualidade alteram as caraterísticas que o definem. Os pontos 1) e 2) do artigo 3º do Regulamento (CE) n.º 2073/2005, relativo aos critérios microbiológicos aplicáveis aos géneros alimentícios, fazem alusão aos critérios de segurança aplicáveis durante todo o período de vida útil dos produtos e à realização de estudos que, quando necessário, deverão ser realizados para assegurar as características de qualidade e segurança alimentar. As normas IFS e BRCGS reforçam a importância da validação do período de vida útil do produto, quando fazem referência a estudos de desenvolvimento de novos produtos. Conteúdos: Principais processos de degradação dos alimentos (físico-químicos, microbiológicos, sensoriais, etc,…). Tipo de estudos: -Acelerados. -Tempo real. -Estudos de defeitos não homogeneamente distribuídos. -Challenge test. Vida útil secundária. Análise Sensorial aplicada ao estudo de vida útil. Evolução e representatividade dos resultados. Casos práticos. Formadora: Patrícia Macedo Ler mais
Entende-se por Food Defense a proteção dos géneros alimentícios de contaminação intencional por agentes biológicos, químicos ou físicos. Apesar desta metodologia ter tido origem nos EUA regista-se, nos últimos anos, cada vez mais empresas europeias a implementarem sistemas de Food Defense. Alguns dos principais referenciais de sistemas de gestão da qualidade e da segurança alimentar, tais como IFS e BRCGS, possuem requisitos específicos relativos à proteção dos alimentos de contaminações intencionais. Conteúdos: Introdução ao Food Defense (Definições; Os alimentos como objetivo; Lei do bioterrorismo; Tipos de agentes; Tipos de contaminantes) Food Defense nas normas de Segurança Alimentar Medidas Preventivas. Métodos de avaliação, Food Defense Plan Builder. Formadora: Joana Patita Ler mais
O dicionário define fraude como qualquer "Ato de má fé praticado com o objetivo de enganar ou prejudicar alguém", tem por detrás a ideia de “engano, de astúcia”. Quando se trata de alimentos a intenção é obter “lucro ilegítimo” e um “ganho económico” que poderá comprometer a segurança alimentar. Na indústria alimentar as principais fraudes estão associadas à identificação, uso de denominação não permitida, composição ou peso do produto. Com a globalização, a entrada de produtos de culturas e economias diferentes e com a chegada de novas gerações, que não viveram com as consequências das práticas fraudulentas do passado, estão reunidas, novamente, as condições para o aparecimento de novas e mais elaboradas formas de fraude nos produtos alimentares. A fraude não é anunciada nem declarada. A vigilância para assegurar que não está presente nos alimentos adquiridos é cada vez mais importante e urgente, embora dependendo do tipo de fornecedores com os quais as empresas operam. Quem comete as fraudes está a aperfeiçoar as suas práticas ao longo do tempo sendo necessário, por essa razão, que os planos para a sua deteção sejam constantemente atualizados. O setor alimentar tem-se adaptado bem às exigências legais e também às exigências do próprio consumidor, que se tem revelado ao longo dos anos cada vez mais consciente do que consome e do impacto que o tipo de alimentação tem na sua saúde. Conteúdos: Introdução Requisitos específicos do Food Fraud nas principais normas de segurança alimentar: IFS, BRCGS e FSSC22000. Metodologias para análise de risco e medidas de controlo Formadora: Joana Patita Ler mais
"O dicionário define fraude como qualquer "Ato de má fé praticado com o objetivo de enganar ou prejudicar alguém", tem por detrás a ideia de “engano, de astúcia”. Quando se trata de alimentos a intenção é obter “lucro ilegítimo” e um “ganho económico” que poderá comprometer a segurança alimentar. Na indústria alimentar as principais fraudes estão associadas à identificação, uso de denominação não permitida, composição ou peso do produto. Com a globalização, a entrada de produtos de culturas e economias diferentes e com a chegada de novas gerações, que não viveram com as consequências das práticas fraudulentas do passado, estão reunidas, novamente, as condições para o aparecimento de novas e mais elaboradas formas de fraude nos produtos alimentares. A fraude não é anunciada nem declarada. A vigilância para assegurar que não está presente nos alimentos adquiridos é cada vez mais importante e urgente, embora dependendo do tipo de fornecedores com os quais as empresas operam. Quem comete as fraudes está a aperfeiçoar as suas práticas ao longo do tempo sendo necessário, por essa razão, que os planos para a sua deteção sejam constantemente atualizados. O setor alimentar tem-se adaptado bem às exigências legais e também às exigências do próprio consumidor, que se tem revelado ao longo dos anos cada vez mais consciente do que consome e do impacto que o tipo de alimentação tem na sua saúde. Conteúdos: Introdução Requisitos específicos do Food Fraud nas principais normas de segurança alimentar: IFS, BRCGS e FSSC22000. Metodologias para análise de risco e medidas de controlo Formadora: Joana Patita Ler mais
A segurança alimentar continua a ser uma das grandes preocupações das empresas do setor agroalimentar. A legislação relativa à rotulagem dos géneros alimentícios exige que os alergénios sejam destacados na lista de ingredientes e o controlo da contaminação cruzada com alergénios é uma exigência na maioria das normas de segurança alimentar, nomeadamente ISO 22000, FSSC 22000, IFS e BRCGS. Conteúdos: Aspetos relacionados com a saúde pública: Alergias alimentares e prevalência, Definições e tipo de reações e sintomas. Exigências regulamentares. Exigências dos referenciais. Processo, rastreabilidade e ferramentas para a gestão do risco de alergénios. Implementação/revisão do sistema HACCP: risco químico. Ferramentas analíticas: técnicas analíticas disponíveis. Boas práticas de produção. Formador: Rodrigo Santos Neto Ler mais
O sistema de Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos (HACCP) tem, na sua base, uma metodologia preventiva com o objetivo de poder evitar potenciais riscos que possam causar danos aos consumidores, através da eliminação ou redução de perigos. Desta forma é possível garantir que não estejam colocados, à disposição do consumidor, alimentos não seguros. Ao longo dos últimos anos a metodologia para implementação e manutenção de um Sistema HACCP evoluiu significativamente, quer seja pelo aumento do nível de conhecimento, quer seja pela exigência das autoridades, clientes e sistemas de certificação, com especial ênfase nas normas IFS, BRCGS e FSSC 22000. Este curso tem como principal objetivo partilhar o conhecimento do formador para melhorar o Sistema HACCP implementado nas empresas certificadas. Conteúdos: Módulo 1: Introdução (introdução; enquadramento legal). Módulo 2: Sistema HACCP (definições; programas de pré-requisitos; metodologia para a implementação do sistema HACCP). Módulo 3: Casos práticos. Formadora: Joana Patita Ler mais
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