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Formação online: BRCGS V9 - Requisitos da norma - 21 e 22 Set
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Formação online: Gestão de Alergénios - 24 Set
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Materiais de Contacto com Alimentos (MCA) são todos os materiais que entram em contacto com alimentos ou que possam vir a fazê-lo, como embalagens, utensílios de cozinha e de mesa, e materiais usados na fabrico, preparação, armazenamento e distribuição de alimentos. Estes materiais podem afetar a segurança e qualidade alimentar em toda a cadeia de abastecimento. Os MCA incluem uma grande variedade de materiais, como plástico, papel, vidro e metal, além de adesivos, tintas e revestimentos usados no acabamento dos produtos finais. A cadeia de valor dos MCA envolve os fabricantes de matérias-primas, produtores de MCA intermediários e finais, e também importadores e distribuidores. O Regulamento (CE) nº 1935/2004 estabelece as normas gerais para os MCA, com o objetivo de garantir a segurança alimentar e proteger a saúde humana, promovendo a livre circulação destes materiais no mercado interno da União Europeia. Enquanto alguns materiais já são abrangidos por medidas específicas em toda a União Europeia, outros permanecem com regras nacionais e dependem do reconhecimento mútuo, levantando a preocupações e inconsistências que podem afetar a segurança e o trocas comerciais. Para estes setores, existem orientações que podem ser aplicadas e relacionando à sua avaliação e gestão de risco, controlos e auto regulação na cadeia de valor, visando garantir a segurança e a conformidade dos MCA. Conteúdos: Legislação Geral sobre Materiais em Contacto com Alimentos (MCA) Legislação Nacional e Referenciais para Materiais Sem Legislação Específica Materiais como papel, vidro, metal, madeira, silicone e cortiça: Regulação nacional e orientações específicas de países como Itália, França e Alemanha, devido à ausência de regulamentação europeia uniforme. Declaração de Conformidade (DC) Explicação sobre a importância da DC, que garante que os materiais cumprem com os requisitos de segurança alimentar e as normas de fabricação adequadas. Contaminantes Emergentes MOSH & MOAH: Hidrocarbonetos minerais e seus impactos na segurança alimentar. Ftalatos, Bisfenol A, PFA’s: Substâncias químicas preocupantes e suas implicações para a saúde humana. NIAS (Non-Intentionally Added Substances): Substâncias não adicionadas intencionalmente e seus riscos potenciais. Formador: Isidro Silva Ler mais
Materiais de Contacto com Alimentos (MCA) são todos os materiais que entram em contacto com alimentos ou que possam vir a fazê-lo, como embalagens, utensílios de cozinha e de mesa, e materiais usados na fabrico, preparação, armazenamento e distribuição de alimentos. Estes materiais podem afetar a segurança e qualidade alimentar em toda a cadeia de abastecimento. Os MCA incluem uma grande variedade de materiais, como plástico, papel, vidro e metal, além de adesivos, tintas e revestimentos usados no acabamento dos produtos finais. A cadeia de valor dos MCA envolve os fabricantes de matérias-primas, produtores de MCA intermediários e finais, e também importadores e distribuidores. O Regulamento (CE) nº 1935/2004 estabelece as normas gerais para os MCA, com o objetivo de garantir a segurança alimentar e proteger a saúde humana, promovendo a livre circulação destes materiais no mercado interno da União Europeia. Enquanto alguns materiais já são abrangidos por medidas específicas em toda a União Europeia, outros permanecem com regras nacionais e dependem do reconhecimento mútuo, levantando a preocupações e inconsistências que podem afetar a segurança e o trocas comerciais. Para estes setores, existem orientações que podem ser aplicadas e relacionando à sua avaliação e gestão de risco, controlos e auto regulação na cadeia de valor, visando garantir a segurança e a conformidade dos MCA. Conteúdos: Legislação Geral sobre Materiais em Contacto com Alimentos (MCA) Legislação Nacional e Referenciais para Materiais Sem Legislação Específica Materiais como papel, vidro, metal, madeira, silicone e cortiça: Regulação nacional e orientações específicas de países como Itália, França e Alemanha, devido à ausência de regulamentação europeia uniforme. Declaração de Conformidade (DC) Explicação sobre a importância da DC, que garante que os materiais cumprem com os requisitos de segurança alimentar e as normas de fabricação adequadas. Contaminantes Emergentes MOSH & MOAH: Hidrocarbonetos minerais e seus impactos na segurança alimentar. Ftalatos, Bisfenol A, PFA’s: Substâncias químicas preocupantes e suas implicações para a saúde humana. NIAS (Non-Intentionally Added Substances): Substâncias não adicionadas intencionalmente e seus riscos potenciais. Formador: Isidro Silva Ler mais
A gestão da segurança alimentar nos materiais de embalagem destinados a géneros alimentícios deve ser avaliada através de duas perspetivas. Por um lado a embalagem deve ser capaz de manter as caraterísticas físicas, químicas, microbiológicas e organoléticas dos produtos durante a sua vida útil; por outro lado, o material de embalagem deve ser suficientemente inerte para evitar que substâncias nocivas sejam transferidas para os alimentos em quantidades que possam representar um perigo para a saúde humana, provocar alterações inaceitáveis da composição dos alimentos ou provocar uma deterioração das caraterísticas organoléticas do produto. Os objetos de papel e cartão destinados ao contacto com alimentos são geralmente regulados pelo Regulamento (CE) n.º 1935/2004. Existem, também, disposições nacionais de alguns países como Itália e França, e outro tipo de recomendação como na Alemanha (BfR) e guias CEPI e CITPA. Conteúdos: Verificação da conformidade dos materiais de embalagem em contacto com géneros alimentícios: Enquadramento Legal. Legislação e guias de referência aplicáveis ao setor do papel. Contaminantes Emergentes (MOSH & MOAH, PFA’s, DIPN, ftalatos, metais pesados, etc.). Formador: Isidro Silva Ler mais
A Diretiva Plástica de Uso Único, bem como a Diretiva Europeia sobre Embalagens e Resíduos de Embalagens, levaram a uma profunda reflexão sobre os produtos de uso único e à proibição de alguns materiais. Começámos a pensar na concessão de produtos, com objetivo de durarem mais tempo e para serem reutilizados. Para serem adequadas a esta função as embalagens e os outros produtos terão de demonstrar que são seguros e funcionais ao longo do tempo e após utilização ou lavagens repetidas. Conteúdos: Como é que estes produtos são enquadrados de uma perspetiva legislativa? Ensaios a realizar para validar estes materiais para contacto alimentar: - Ensaios de Migração - Ensaios de Desempenho O impacto que os produtos reutilizáveis podem ter na vida quotidiana dos consumidores. Formador: Isidro Silva Ler mais
A Diretiva Plástica de Uso Único, bem como a Diretiva Europeia sobre Embalagens e Resíduos de Embalagens, levaram a uma profunda reflexão sobre os produtos de uso único, e à proibição de alguns materiais. Começámos a pensar na concessão de produtos, com objetivo de durar mais tempo e para serem reutilizados. Para serem adequados a esta função, as embalagens e outros produtos terão de demonstrar que são seguros e funcionais ao longo do tempo e após utilização ou lavagem repetidas. Exploraremos os ensaios necessários para garantir a funcionalidade e a segurança, especialmente após o uso repetido, e discutiremos o impacto desses produtos no dia a dia dos consumidores. Conteúdos: Como estes produtos são enquadrados de uma perspetiva legislativa Ensaios para Validar Materiais Reutilizáveis para Contacto Alimentar Ensaios de Migração: Tipos de migração a serem avaliados (migração global, específica) e como garantir que as substâncias não sejam transferidas para os alimentos. Ensaios de Desempenho: Avaliação da durabilidade dos materiais ao longo do tempo (resistência a lavagens repetidas , uso no microondas e outras condições de uso). O impacto que os produtos reutilizáveis podem ter na vida quotidiana dos consumidores: Percepção do Consumidor: Análise da aceitação do consumidor em relação a produtos reutilizáveis e as suas preocupações com a segurança e durabilidade. Formador: Isidro Silva Ler mais
De acordo com o Regulamento (CE) n.º 2073/2005, relativo a critérios microbiológicos aplicáveis aos géneros alimentícios, os alimentos prontos para consumo poderão ser suscetíveis de permitir (ou não) o crescimento de Listeria monocytogenes. Importa, então, definir adequadamente a categoria em que cada género alimentício se enquadra para corretamente o classificar e avaliar ao longo da sua vida útil. Conteúdos: Enquadramento legal. Abordagem ao conteúdo do guia comunitário aplicado ao Challenge test e aos estudos de vida útil associados à Listeria monocytogenes. Principais diferenças entre o guia comunitário e a norma internacional ISO 20976-1:2019 Formadora: Olga Ramos Ler mais
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